domingo, 20 de Dezembro de 2009

Pequenez



Não vou tecer comentários à inteligência saloia do Sr. e do seu partido.

Ainda me sai um palavrão, nada de bom tom.

sábado, 19 de Dezembro de 2009

Enquanto uns viajam pela Europa e outros partem agora para um passeio pela Austrália, eu fico em casa a ver o Natal dos Hospitais, o Marco Horácio e a Diana Chaves a apresentarem o Circo de Natal e a colecção de Cavalos Árabes do Hugo Cardinali* e a pensar em como há gente com sorte no mundo.


*Cardinali ou Cardinalli, não sei como se escreve e também não me interessa, não nutro qualquer simpatia pelos senhores ou pela arte de domar animais selvagens, escrito de uma maneira ou de outra.

quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009


Quem vem lá?

terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

Tenham medo.
Começou a época do Natal dos Hospitais.

segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Palácio de Mateus

O Palácio, Casa ou Solar de Mateus é uma das obras mais significativas da arquitectura civil portuguesa do período barroco. Na realidade, e apesar das muitas questões de autoria que permanecem por esclarecer, neste sumptuoso solar podemos observar um dos modelos arquitectónicos de maior erudição, que tira partido de uma planta em U, dinamizada pelos pátios e escadarias. E não apenas pelos elementos decorativos da fachada, como acontece em grande parte dos imóveis desta época. Aqui encontramos todos os elementos da arquitectura barroca, nomeadamente a simetria, a axialidade, os frontões interrompidos, as balaustradas, as escadarias e os elevados pináculos.

Não se sabe ao certo em que data começou a ser construído. Em 1743, o então arcebispo D. José de Bragança foi informado de que António José Botelho Mourão havia demolido um palácio para construir um outro muito melhor. Razão pela qual se pensa que, nesta data, a edificação do Solar estaria já em fase adiantada.

Por outro lado, esta cronologia coincide com a época em que o arquitecto italiano Nicolau Nasoni trabalhou na igreja de Santa Eulália da Cumeeira (1739), pertencente ao morgadio de Mateus, e com o intervalo de 2 anos em que não se sabe onde esteve, antes de regressar ao Porto, em data próxima de 1743. Estes dados consolidam a atribuição do Solar de Mateus a Nasoni, uma vez que as semelhanças com outros trabalhos do arquitecto são bastante evidentes. Contudo, Robert Smith defendeu que, tendo em consideração o curto período em que Nasoni esteve em Mateus, apenas lhe pode ser atribuída a concepção da escadaria e pátio de entrada com passagem directa de carruagens para o jardim posterior, num modelo devedor dos palácios italianos que Nasoni com certeza conhecia. Também a dupla escadaria, os vãos dos patamates e a cornija da fachada se aproximam de muitas outras edificações dos arredores do Porto, da autoria de Nasoni, como o Palácio do Freixo, a casa de Ramalde ou a igreja de São João Novo. Todavia, o excesso de decoração na fachada de Mateus, bem como a inserção de elementos estranhos a Nasoni (de que a flor de lis das janelas do patamar é um exemplo) levam a considerar que, mesmo as composições do arquitecto podem ter sido executadas posteriormente, com algumas divergências e afastamento relativamente aos desenhos de Nasoni.

A capela, no prolongamento de um dos corpos da fachada, apresenta inúmeras semelhanças, ao nível da composição da frontaria, com a igreja Nova de Vila Real, onde trabalhou José de Figueiredo Seixas, natural de Viseu, e que é considerado um dos artistas que “prolongou de certo modo a lição do artista toscano”.

Actualmente, a Casa de Mateus é administrada pela Fundação com o mesmo nome, fundada em 1971, e dirigida pela família, organizando diversas actividades de âmbito cultural (cursos de música e concertos, exposições, o prémio literário D. Dinis, congressos e seminários), para além de conservar a biblioteca e o museu.

Mais informações aqui.

domingo, 13 de Dezembro de 2009

Os meus pais compraram um aspirador super-potente que também é massajador corporal. É verdade, leram bem: massajador corporal.
Ainda não percebi a utilidade daquilo, talvez se relacione com o facto de precisar de uma massagem nas costas de cada vez que pego no aspirador, mas prometo tentar descobrir a relação entre uma coisa e outra. Maravilhas da tecnologia!

sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Alguém quer tentar? (II)


Um presente (a definir) para quem me souber dizer que Palácio é este.